CONTEÚDO DE MARCA

Pré-sal recorde impulsiona eficiência e segurança com IA

Diante do crescimento da frota de apoio e da chegada de novas plataformas, a ALTAVE amplia o uso de inteligência artificial para medir riscos, ganhar eficiência e reforçar a segurança das operações offshore, da zona de risco ao passadiço

Conteúdo produzido por Altave

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O pré-sal brasileiro vive, em 2026, uma sequência de recordes de produção. No primeiro trimestre, a Petrobras produziu 3,23 milhões de barris de óleo equivalente por dia, alta de 16,1% sobre o mesmo período de 2025. No segundo trimestre, a companhia bateu novo recorde, puxado por unidades que entraram em operação quase ao mesmo tempo em Búzios, Mero, Marlim e Voador. Só Búzios atingiu 1,037 milhão de barris por dia em março, e Mero superou 700 mil barris diários no período.

A expansão das operações também aumenta a demanda por embarcações de apoio. Em maio, a Petrobras assinou com a DOF Subsea contratos de R$ 11 bilhões para quatro embarcações de propulsão híbrida, dentro do Programa Mar Aberto, que renova a frota da companhia e deve gerar cerca de 7 mil empregos diretos e indiretos.

Mais embarcações aumentam a complexidade das operações e a necessidade de monitorar situações em que falhas humanas e condições operacionais podem contribuir para incidentes. No convés, esse risco aparece perto de cargas suspensas: segundo o Crane Inspection and Certification Bureau, 90% dos incidentes com guindastes decorrem de falha humana. No comando, o mesmo risco aparece no passadiço, onde um momento de desatenção pode custar uma colisão ou um encalhe.

É nesse ponto da cadeia que a ALTAVE concentra sua atuação. Fundada há 15 anos por engenheiros do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, a empresa já protege mais de cinco mil vidas em 11 países. Fornecedora da Petrobras e credenciada pelo Ministério da Defesa como Empresa Estratégica de Defesa, a companhia aplica visão computacional com inteligência artificial às imagens das câmeras, transformando dados operacionais em insights acionáveis, com ganhos tanto de eficiência quanto de segurança.

“O crescimento do pré-sal acontece numa velocidade que exige das operadoras e de toda a cadeia de apoio uma capacidade de monitoramento que a inspeção manual sozinha não entrega mais. É esse descompasso que a inteligência artificial aplicada à visão computacional ajuda a resolver”, afirma Bruno Avena, CEO e cofundador da ALTAVE.

 

Quanto tempo as pessoas passam expostas ao risco?

Entre as soluções mais recentes está o HHER, sigla para Homem-Hora de Exposição ao Risco, indicador que usa visão computacional para medir, em horas, quanto tempo cada trabalhador fica exposto a uma zona de risco. A maioria das operadoras acompanha a ocorrência de incidentes, mas tem dificuldade para quantificar a exposição que os antecede. O HHER cruza presença, tempo e localização para gerar esse dado de forma contínua, alimentando relatórios de HSE, sigla em inglês para saúde, segurança e meio ambiente, e dashboards que antes dependiam de registros manuais. “O HHER não substitui a análise de risco, ele a alimenta. Cada hora medida vira um dado comparável ao longo do tempo”, diz Danielle Parra, Head de Produtos de Óleo e Gás da ALTAVE.

 

Áreas restritas e cargas suspensas sob monitoramento contínuo

Duas outras aplicações da ALTAVE seguem a mesma lógica. O Gerenciamento de Red Zones identifica a presença e a permanência de pessoas em áreas críticas, substituindo a ronda intermitente por monitoramento contínuo. Já o Monitoramento Inteligente de Cargas Suspensas identifica proximidade indevida, presença em área crítica e outras situações de risco previamente configuradas durante a movimentação da carga. Os dois sistemas aproveitam as câmeras já instaladas a bordo e alimentam a plataforma HARPIA com alertas em tempo real. “Zona de risco e carga suspensa seguem entre os pontos de maior exposição em qualquer operação offshore. O que muda é a velocidade da resposta”, completa a executiva.

O monitoramento chega ao passadiço

Já o Monitoramento Inteligente de Passadiço processa o sinal das câmeras já instaladas no comando da embarcação e identifica passadiço desguarnecido, operador fora de posição, uso indevido de celular e falhas nos protocolos de navegação, com alertas imediatos registrados na HARPIA. “O passadiço é onde decisões rápidas evitam colisões e encalhes, e também um dos pontos mais difíceis de supervisionar de forma contínua”, diz Danielle.

O histórico que sustenta o avanço

Em suas implantações, a ALTAVE observa reduções de desvios de segurança que variam entre 70% e 95%. O resultado depende de como cada operação incorpora a tecnologia à rotina, da atuação das equipes de segurança aos ajustes de procedimento e à adoção de novas práticas. A inteligência artificial fornece visibilidade e evidência, mas o ganho efetivo depende de como pessoas e processos respondem a essa informação.

Para Bruno Avena, esse histórico é o que permite à ALTAVE acompanhar o ritmo do pré-sal sem transformar cada nova embarcação em um projeto do zero. “A pergunta deixou de ser se a tecnologia funciona. A pergunta é se o fornecedor tem escala para sustentar isso em dezenas de ativos ao mesmo tempo, com o mesmo padrão de segurança”, completa o executivo.

A ALTAVE espera repetir esse modelo à medida que a frota de apoio e as plataformas do pré-sal continuam crescendo. Mais informações em altave.com.br.